Poema: "Guarda-chuvas", Rosana Rios
Tenho
quatro guarda-chuvas
todos os quatro com defeito;
Um emperra quando abre,
outro não fecha direito.
todos os quatro com defeito;
Um emperra quando abre,
outro não fecha direito.
Um deles
vira ao contrário
seu eu abro sem ter cuidado.
Outro, então, solta as varetas
e fica todo amassado.
seu eu abro sem ter cuidado.
Outro, então, solta as varetas
e fica todo amassado.
O quarto
é bem pequenino,
pra carregar por aí;
Porém, toda vez que chove,
eu descubro que esqueci…
pra carregar por aí;
Porém, toda vez que chove,
eu descubro que esqueci…
Por isso,
não falha nunca:
se começa a trovejar,
nenhum dos quatro me vale –
eu sei que vou me molhar.
se começa a trovejar,
nenhum dos quatro me vale –
eu sei que vou me molhar.
Quem me
dera um guarda-chuva
pequeno como uma luva
Que abrisse sem emperrar
ao ver a chuva chegar!
pequeno como uma luva
Que abrisse sem emperrar
ao ver a chuva chegar!
Tenho
quatro guarda-chuvas
que não me servem de nada;
Quando chove de repente,
acabo toda encharcada.
que não me servem de nada;
Quando chove de repente,
acabo toda encharcada.
E que
fria cai a água
sobre a pele ressecada!
Ai…
sobre a pele ressecada!
Ai…
Amei demais esse poema, muito obrigada!
ResponderExcluirVou até por no meu blog também!
https://www.jessicaiancoski.com/